Os hormônios do prazer e bem-estar mais conhecidos são a endorfina, serotonina, dopamina e oxitocina, que atuam como neurotransmissores no cérebro para regular emoções e sensações, promovendo calma, motivação, alegria e vínculos sociais. Você pode estimular a produção dessas substâncias naturalmente através de exercícios físicos, boa alimentação, contato social, exposição solar, riso, meditação e sono adequado.
ENDORFINAS
As endorfinas são neuro-hormônios produzidos naturalmente pelo corpo humano que atuam como analgésicos e promovem a sensação de bem-estar, prazer e euforia, sendo por vezes chamadas de "hormônio do prazer" ou "morfina do corpo". Elas são liberadas em resposta a estímulos como a atividade física, alimentos picantes ou momentos de satisfação, aliviando o estresse e a ansiedade e melhorando o humor.
Funções das Endorfinas:
Alívio da dor:
As endorfinas funcionam como um analgésico natural, combatendo dores musculares e outras tensões no organismo.
Bem estar e felicidade
Contribuem para a sensação de satisfação, prazer e euforia, melhorando o humor.
Redução do estresse e ansiedade:
Inibem o estresse, a irritação e a ansiedade, proporcionando um estado de maior tranquilidade.
Sensação de recompensa
Ajudam a criar uma sensação de recompensa e satisfação associada a experiências positivas, como a atividade física.
Como estimular a produção de endorfinas
Exercício Físico
Atividades como corrida, natação, dança e musculação estimulam a liberação de endorfinas, criando a sensação de bem-estar pós-treino.
Alimentação
Certos alimentos, como chocolate amargo (cacau), podem estimular a liberação de endorfinas, além de alimentos picantes, que induzem uma sensação de felicidade.
Outras formas
Práticas como a acupuntura também podem estimular a produção de endorfinas, aliviando a dor e o estresse.
O que são e onde são produzidas
As endorfinas são neuro-hormônios produzidos pela glândula hipófise, localizada no cérebro.
Atuam como mensageiros químicos, transmitindo sinais entre os neurônios e outras células do corpo, influenciando diversas funções físicas e o estado de humor.
SEROTONINA
A serotonina é um neurotransmissor e hormônio que regula o humor, o sono, o apetite e a temperatura corporal, sendo conhecida como a "molécula da felicidade" por influenciar sentimentos de bem-estar. Embora seja amplamente associada ao cérebro, cerca de 90% da serotonina é produzida no intestino, onde regula processos digestivos e o fluxo sanguíneo. Seus níveis adequados são importantes para o equilíbrio emocional e cognitivo, e podem ser aumentados com uma alimentação rica em triptofano (como ovos, nozes e chocolate amargo), exercícios físicos, e tempo ao ar livre.
A síndrome metabólica não apresenta sintomas específicos, mas pode causar complicações que podem ser identificadas.
Os sinais da síndrome metabólica são: Circunferência abdominal aumentada, Hipertensão arterial, Glicemia alterada ou diabetes, Níveis elevados de colesterol, Resistência à insulina.
As complicações da síndrome metabólica podem causar sintomas como:
Dor de cabeça
Mal-estar
Cansaço
Tonturas
Boca seca
Perda de peso
Inchaço nas pernas e pés
Dor articular
Alterações menstruais
Perda de libido
A síndrome metabólica é um problema de saúde que causa alterações negativas no metabolismo. Para diagnosticar a síndrome metabólica, é preciso verificar se o paciente apresenta pelo menos três dos cinco critérios acima.
O exame de PCR (proteína C reativa) serve para diagnosticar doenças causadas por microrganismos, como vírus e bactérias, e também para identificar células cancerígenas.
O exame de PCR pode ser utilizado para:
Diagnosticar a Covid-19
Diagnosticar a Dengue, Clamídia e HPV
Identificar células cancerígenas
Identificar doenças de origem genética, como a fibrose cística e a trombofilia
A proteína C reativa é produzida pelo fígado e atua no sistema imunológico, ajudando o organismo a se defender de infecções e inflamações.
Isto destina-se apenas a fins informativos. Para receber aconselhamento ou diagnóstico médico, consulte um profissional. A IA generativa é experimental.
O metabolismo é o conjunto de reações químicas que ocorrem no corpo para manter a vida. Essas reações são responsáveis por converter os alimentos que consumimos em energia, construir e reparar tecidos, e eliminar resíduos.
1. Anabolismo
Função: Envolve a construção e reparação de células e tecidos.
Exemplos: Formação de músculos, armazenamento de energia na forma de gordura ou glicogênio.
Características: Geralmente consome energia (proveniente do ATP).
2. Catabolismo
Função: Quebra de moléculas complexas em moléculas mais simples para liberar energia.
Exemplos: Digestão de alimentos e queima de gorduras ou carboidratos para obter energia.
Características: Produz energia utilizável pelo corpo.
Fatores que Influenciam o Metabolismo
Idade: O metabolismo tende a desacelerar com o envelhecimento.
Gênero: Homens geralmente têm maior taxa metabólica basal devido à maior quantidade de músculos.
Massa Muscular: Músculos consomem mais energia que gordura, aumentando o metabolismo.
Atividade Física: Exercícios intensificam o gasto energético.
Genética: Pode determinar a eficiência metabólica.
Estado Hormonal: Hormônios como a tireoxina (T3 e T4) e a insulina desempenham papéis cruciais.
Como Aumentar o Metabolismo?
Pratique exercícios regulares: Especialmente atividades de força e aeróbicas.
Alimente-se adequadamente:
Inclua proteínas, que exigem mais energia para serem digeridas.
Faça refeições frequentes em pequenas porções.
Hidrate-se: A água é essencial para as reações metabólicas.
Durma bem: O sono regula hormônios que controlam o apetite e o gasto energético.
Evite dietas extremas: Comer muito pouco pode desacelerar o metabolismo.
Bactéria gordurosa
"Bactéria gordurosa" não é um termo técnico amplamente reconhecido na microbiologia, mas pode estar relacionado a bactérias que interagem com gorduras ou lipídios de alguma forma.
Veja algumas possibilidades que podem explicar o conceito:
1. Bactérias Lipofílicas
O que são: Bactérias que têm afinidade por gorduras ou óleos, vivendo em ambientes ricos em lipídios.
Exemplos:
Cutibacterium acnes: Associada à acne, degrada lipídios presentes no sebo produzido pela pele.
Malassezia (fungo, mas relacionado): Vive na pele e usa gorduras como fonte de energia, podendo contribuir para condições como dermatite seborreica.
2. Bactérias Degradadoras de Óleos e Gorduras
Usadas na biotecnologia e meio ambiente:
Algumas bactérias são capazes de degradar gorduras, sendo úteis no tratamento de resíduos oleosos.
Exemplo: Pseudomonas spp., conhecida por produzir enzimas como lipases que ajudam na quebra de gorduras.
3. Implicações na Saúde
Acúmulo de Gorduras em Tecidos:
Embora não diretamente "bactérias gordurosas", algumas bactérias intestinais influenciam o metabolismo de gorduras.
Exemplo: Alterações no microbioma intestinal podem contribuir para obesidade ou outros distúrbios metabólicos.
Infecções Relacionadas a Gordura:
Infecções em tecidos ricos em gordura (como abscessos subcutâneos) podem envolver bactérias específicas, como Staphylococcus aureus.
4. Uso Industrial
Algumas bactérias são empregadas na produção de bioplásticos ou outros compostos derivados de gorduras. Elas convertem lipídios em materiais úteis, como o PHA (Polihidroxialcanoato), um tipo de plástico biodegradável.
Livros Área da Saúde
Livros de Psicologia
O termo "bactéria gordurosa" não é reconhecido na literatura científica. No entanto, algumas fontes na internet, incluindo vídeos e artigos, mencionam essa expressão em contextos relacionados à obesidade e à microbiota intestinal.
Por exemplo, um vídeo no YouTube intitulado "Bactéria Gordurosa - Emagreça cuidando do seu intestino" discute a relação entre certas bactérias intestinais e o ganho de peso.
(YouTube)
Além disso, um artigo do portal Viral questiona a alegação de que uma "bactéria gordurosa" seja responsável por 98% dos casos de excesso de peso no mundo, classificando essa afirmação como falsa.
(Viral Sapo)
É importante notar que a microbiota intestinal desempenha um papel significativo no metabolismo e na regulação do peso corporal. Estudos indicam que a composição bacteriana do intestino pode influenciar a absorção de nutrientes e o armazenamento de gordura. Por exemplo, a bactéria Akkermansia muciniphila tem sido associada à redução da obesidade em modelos animais. (BBC)
No entanto, atribuir o excesso de peso exclusivamente à presença de uma única bactéria é uma simplificação excessiva. Fatores como dieta, atividade física, genética e ambiente também desempenham papéis cruciais no desenvolvimento da obesidade.
Em resumo, embora a microbiota intestinal influencie o metabolismo e o peso corporal, não há evidências científicas que sustentem a existência de uma "bactéria gordurosa" específica responsável pela maioria dos casos de obesidade. É essencial abordar informações sobre saúde com ceticismo e buscar fontes confiáveis antes de aceitar afirmações não verificadas.
Para uma compreensão mais aprofundada sobre o assunto, você pode assistir ao vídeo a seguir: